Bomba na Conta de Luz: Reajuste em Minas Gerais Dispara e Pode Chegar a Quase 19%

Por Redacao JNM
abril 25, 2026 Atualizado há1 dia atrás
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Bomba na Conta de Luz: Reajuste em Minas Gerais Dispara e Pode Chegar a Quase 19%

Os consumidores mineiros devem se preparar para um impacto significativo no orçamento doméstico. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes que colocam Minas Gerais no centro das maiores altas do país, com projeções que podem chegar a quase 19% para determinadas faixas de consumo.

A medida faz parte de um ciclo de revisões tarifárias que atinge oito distribuidoras em nove estados, mas o cenário mineiro é um dos mais severos devido à combinação de encargos setoriais e custos de transmissão.


Os Números em Minas Gerais

Embora a média nacional de reajuste para as distribuidoras afetadas varie entre 5% e 15%, o impacto em Minas Gerais é impulsionado por componentes financeiros acumulados e o custo da energia comprada.

  • Aumento projetado: Até 18,9% (em casos específicos).
  • Entrada em vigor: As novas tarifas começam a ser aplicadas entre o final de abril e o mês de maio de 2026.
  • Principais Distribuidoras: O reajuste da Cemig, principal concessionária do estado, tem previsão de impacto consolidado a partir de maio. Já a Energisa Minas Rio (que atende a Zona da Mata e Sul de Minas) também passa por processos de audiência para revisões que superam os 15% para residências.

Por que o aumento é tão alto?

De acordo com a Aneel, os fatores que mais pesaram para o índice mineiro foram:

  1. Encargos Setoriais: Aumento nos subsídios pagos via conta de luz (CDE).
  2. Transmissão: Custos elevados com a infraestrutura de transporte da energia.
  3. Investimentos: Repasse de melhorias na rede elétrica feitas pelas concessionárias no último ciclo.

Tabela de Impacto Previsto (MG)

Categoria de ConsumoEstimativa de Reajuste
Residencial (Baixa Tensão)8% a 15,8%
Industrial / Comercial (Alta Tensão)Pode superar 18%
Média Geral no Estado~ 14,5%

Atenção: O governo federal chegou a avaliar um empréstimo via BNDES para tentar amortecer esse aumento, mas a proposta não avançou a tempo de impedir o reajuste atual. Para o mineiro, a recomendação é redobrar o cuidado com o consumo, especialmente no uso de eletrodomésticos de alta potência, para evitar que a conta ultrapasse o planejamento mensal.

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