NOTA DE RETIFICAÇÃO: Assunto: Correção sobre o vínculo institucional do suspeito no caso “Golpe do Veículo” em Pedra Azul.

Por Douglas Muniz
maio 14, 2026 Atualizado há4 dias atrás
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Indiciamentos

Diferente do veiculado anteriormente na matéria “Golpe do Veículo: Policial Penal de BH é indiciado por estelionato e lavagem de dinheiro contra vítima de Pedra Azul”, publicada em 14 de maio de 2026, o principal investigado não integra o quadro de servidores efetivos da Polícia Penal de Minas Gerais.

Segundo esclarecimentos prestados por um analista da 15ª Diretoria Regional de Polícia Penal, sediada em Teófilo Otoni, o homem atuou no passado na instituição exclusivamente como funcionário contratado temporariamente, já tendo sido desligado de suas funções há algum tempo.

Abaixo, veja como fica o texto corrigido e atualizado:

Ex-contratado da Polícia Penal é indiciado por estelionato e lavagem de dinheiro contra vítima de Pedra Azul

Por Douglas Muniz Publicado em 14 de maio de 2026 • Atualizado com retificação oficial

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu um inquérito que desvendou um esquema de estelionato e lavagem de dinheiro envolvendo a venda fraudulenta de um automóvel em Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha. Dois homens de 38 anos foram indiciados; o principal suspeito é um ex-funcionário contratado da Polícia Penal, que prestou serviços em Belo Horizonte e já se encontra desligado da instituição.

A Dinâmica do Golpe

De acordo com a investigação detalhada da PCMG em Pedra Azul, o suspeito utilizou-se da confiança conquistada em negociações anteriores para induzir a vítima ao erro. Sob a justificativa de que o valor seria usado para a retirada do veículo junto a um fornecedor, ele convenceu o comprador a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 27 mil. Após o pagamento, o carro nunca foi entregue e o dinheiro não foi devolvido.

Investigação e Provas

O trabalho da PCMG incluiu:

  • Extração Pericial: Mensagens, áudios e registros de conversas no celular da vítima confirmaram a atuação direta do investigado na fraude.
  • Rastreamento Financeiro: A análise identificou movimentações superiores a R$ 2 milhões, valor totalmente incompatível com a renda declarada pelo investigado.
  • Lavagem de Dinheiro: As apurações indicaram a rápida dispersão dos valores e a participação de um segundo homem, também residente em BH, responsável por ajudar na ocultação do dinheiro ilícito.

Indiciamentos

O ex-prestador de serviços da Polícia Penal responderá pelos crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. O segundo envolvido foi indiciado por lavagem de dinheiro devido à sua atuação na movimentação dos valores obtidos com o crime.

A 15ª Diretoria Regional de Polícia Penal de Teófilo Otoni reiterou que o suspeito não possui qualquer vínculo atual com a corporação. O caso segue como um alerta para transações de veículos intermediadas por terceiros, mesmo quando há um histórico de confiança entre as partes.

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Douglas Muniz

Douglas Muniz é um jornalista de 26 anos que personifica a nova geração da comunicação no interior mineiro, atuando com um estilo prático e dinâmico que transita entre o rádio, a TV e o jornalismo digital. Sempre atento as novas notícias do Norte de Minas.

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