Tragédia nos trilhos: Homem perde antebraço após cair de trem em Várzea da Palma

Por Redacao JNM
abril 10, 2026 Atualizado há7 horas atrás
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Tragédia nos trilhos: Homem perde antebraço após cair de trem em Várzea da Palma

Vítima de 33 anos, que já possuía uma amputação prévia, buscou socorro em comunidades rurais após o acidente na noite desta segunda-feira.

Um grave acidente ferroviário chocou os moradores da comunidade de Buritis das Mulatas, na zona rural de Várzea da Palma, na noite desta segunda-feira (6). Um homem de 33 anos teve o antebraço amputado após cair de um trem em movimento.

O Acidente e o Socorro

De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), o impacto da queda causou a amputação imediata do membro. Em um relato emocionante aos socorristas, a vítima afirmou que esta é a segunda vez que passa por um trauma dessa natureza: ele já não possuía parte do punho devido a um acidente anterior.

Mesmo gravemente ferido e apresentando um corte profundo na cabeça, o homem conseguiu caminhar em busca de ajuda. Ele alcançou uma residência onde vive uma técnica de enfermagem. A profissional realizou os procedimentos de emergência fundamentais para a sobrevivência do paciente.

“Foi realizado um curativo compressivo para conter o sangramento e o paciente foi medicado. Após esse atendimento inicial, a equipe do SAMU o encaminhou para o hospital de Pirapora”, informou a assessoria do órgão.

Posicionamento da Empresa

A VLI, concessionária responsável pelo controle da linha férrea na região, enviou nota oficial ao setor de jornalismo informando que:

  • Está apurando internamente as circunstâncias do caso;
  • Reforça constantemente as orientações de segurança para evitar a proximidade com composições em movimento;
  • Alertas sobre o perigo de “surfar” ou tentar embarcar em trens de carga são permanentes.

Segurança Ferroviária

As autoridades locais aproveitam o ocorrido para alertar a população sobre os riscos extremos de circular às margens da linha férrea. O trem de carga possui um longo tempo de frenagem e o deslocamento de ar, aliado à irregularidade do terreno, potencializa o risco de quedas fatais ou com sequelas permanentes.

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