CRIME MACABRO: Laudo revela que jovem decapitou a mãe em BH para checar se ela “era um robô

Por Redacao JNM
julho 10, 2026 Atualizado há16 horas atrás
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CRIME MACABRO: Laudo revela que jovem decapitou a mãe em BH para checar se ela "era um robô

Um crime de extrema crueldade que chocou o estado de Minas Gerais ganhou desdobramentos impressionantes após a conclusão do laudo de sanidade mental da Polícia Civil. O caso envolve um homem de 27 anos, preso em flagrante sob a acusação de assassinar e decapitar a própria mãe na capital mineira.

O corpo da vítima foi localizado no dia 22 de junho de 2026, no bairro Nova Cachoeirinha, situado na região Noroeste de Belo Horizonte. A brutalidade do cenário mobilizou as autoridades policiais na época, e o comportamento do acusado levantou suspeitas imediatas sobre o seu estado psicológico, motivando a Justiça a determinar a realização de uma perícia psiquiátrica oficial.

O crime e o delírio estilo ‘Matrix’

As investigações apontam que os primeiros sinais de perturbação e isolamento do jovem começaram a se manifestar com força quando ele ainda residia em Portugal. Em depoimento gravado no laudo que agora foi anexado ao processo criminal, o investigado detalhou que, durante chamadas de vídeo com a mãe, passava a acreditar que via os olhos dela em um tom “vermelho escarlate”. Ele também relatou que sofria com dores agudas no corpo, pesadelos intensos e a visão constante de “feixes de luz”.

Tomado por crenças delirantes e totalmente desconectado da realidade, o jovem passou a alimentar a certeza de que vivia em um sistema simulado de controle — semelhante ao enredo do filme Matrix — e que sua mãe não era humana, mas sim parte dessa engrenagem.

Ao ser questionado pelos peritos médicos sobre a decapitação, ele explicou o ato macabro sem demonstrar qualquer tipo de afeto, raiva ou arrependimento:

“Quando eu cortei a cabeça dela, ela já tinha morrido, eu queria ver se ela era de verdade, se ela era ser humano ou máquina, eu queria ver se tinha estrutura óssea dentro dela, poderia ser um robô ou máquina. Ela poderia ser um robô mal programado. Eu tava tentando cumprir o objetivo, eu não tinha raiva, ódio, eu era uma pessoa indiferente”, declarou aos médicos.

Réu é considerado doente mental incapaz

Diante de toda a análise do histórico médico e das entrevistas, os peritos psiquiátricos da Polícia Civil concluíram de forma taxativa que o homem sofre de uma grave doença mental oculta e, por essa razão, era inteiramente incapaz de compreender a ilicitude de suas ações ou de controlar seus impulsos no momento do crime.

Com o laudo atestando a sua inimputabilidade, o desfecho judicial do caso muda de rumo. O acusado deixa de responder ao código penal comum que prevê condenação a presídios. A tendência legal agora é que o juiz do caso determine uma medida de segurança, ordenando que o jovem seja internado por tempo indeterminado em um Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico, onde passará por avaliações periódicas.

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