Guerra no Oriente Médio: Conflito Escala com Ataques à Cúpula do Poder e Fechamento de Ormuz

Israel Cesar de Lima Mota
março 3, 2026 março 3, 2026
9 0
Guerra no Oriente Médio: Conflito Escala com Ataques à Cúpula do Poder e Fechamento de Ormuz

O conflito direto entre a coalizão liderada por Estados Unidos e Israel contra o Irã atingiu um novo e crítico patamar nesta terça-feira. A operação, denominada pelos americanos como “Fúria Épica” (Epic Fury), entra em seu quarto dia com bombardeios que miram o coração político e militar de Teerã.

1. Ataque à Assembleia dos Peritos e Morte de Khamenei

Em um movimento sem precedentes, as Forças de Defesa de Israel (IDF) atacaram o prédio da Assembleia dos Peritos em Teerã, o órgão responsável por escolher o Líder Supremo do país. O impacto é devastador:

  • A mídia estatal confirmou a morte do Líder Supremo, Ali Khamenei, além de diversos membros do alto escalão da Guarda Revolucionária (IRGC).
  • O presidente Donald Trump afirmou que a cúpula do regime foi “decapitada” e que o ataque de hoje atingiu a nova liderança que tentava se organizar.

2. Retaliação Iraniana e Crise no Estreito de Ormuz

O Irã respondeu com lançamentos de mísseis balísticos e drones contra Israel (atingindo Haifa, Tel Aviv e Jerusalém) e bases americanas no Catar, Iraque e Arábia Saudita.

  • Estreito de Ormuz Fechado: O tráfego marítimo colapsou após o Irã bloquear a passagem, por onde circula 20% do petróleo mundial. Isso causou uma corrida global por ativos seguros, elevando o preço do ouro e do petróleo.
  • Ataques em outros países: Drones atingiram a embaixada dos EUA em Riad e instalações de energia nos Emirados Árabes Unidos e Bahrein.

3. Impacto Humanitário e Reações Internacionais

  • Vítimas: O Crescente Vermelho estima que o número de mortos no Irã já passe de 780 pessoas.
  • Líbano sob pressão: Israel intensificou ataques contra o Hezbollah no sul do Líbano, ordenando que representantes iranianos deixem o país imediatamente.
  • Diplomacia: A China condenou os ataques, classificando-os como violação do direito internacional, enquanto o Brasil manifestou “profunda preocupação” e pediu o fim imediato das hostilidades.

Compartilhe:

Israel Cesar de Lima Mota

Ver todos os artigos →

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Atualizado diariamente